"I look at you and see all the ways a soul can bruise, and I wish I could sink my hands into your flesh and light lanterns along your spine so you know that there’s nothing but light when I see you."
(Eu olho para você e vejo todas as formas com que uma alma pode se machucar, e eu queria poder mergulhar minhas mãos através da sua pele e acender lanternas ao longo da sua espinha, para que você soubesse que eu não vejo nada a não ser luz quando o vejo.)
(Shinji Moon)
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
mais um padrão comportamental desvendado
estava aqui pensando na vida e me perguntando por que toda decisão precisa se tornar sempre algo tão grande e importante... e de repente tudo ficou claro: então é por isso que eu hesito tanto! é por isso que eu penso tanto antes de agir que muitas vezes acabo desistindo de agir at all: porque eu tenho medo dessas decisões. são todas importantes demais. irreparáveis, até mesmo quando não são (eu, essa eterna fatalista).
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
eu não gosto de fazer promessas
muito menos as de ano novo, por que eu sei que vou esquecê-las antes mesmo de levantar a bunda da cadeira depois de terminar a lista.
mas ontem eu tive a festa de ano novo mais tediosa e ao mesmo tempo mais maravilhosa de todos meus 24 anos de existência, então eu criei alguma esperança em 2014, já que ele começou tão bem.
então vou prometer pra mim mesma que, nesse novo ano, vou tomar mais cuidado com as escolhas que faço e deixo de fazer, vou seguir meus caminhos do começo ao fim, vou me esforçar mais em tudo que eu me dispuser a fazer e vou voltar a ser alguém a quem admiro. além disso, quero magoar menos pessoas e ser menos magoada, e quero acumular ainda mais karma positivo pros anos que virão, pra tudo dar certo pra mim e pra todas as vidas que eu toco.
de 2014, eu espero mais amor e mais realizaçõese mais trabalho e mais conflitos e, já que sempre deve haver um equilíbrio entre as coisas, espero que, no fim de dezembro, eu possa olhar pra trás e ver que esse ano valeu a pena.
mas ontem eu tive a festa de ano novo mais tediosa e ao mesmo tempo mais maravilhosa de todos meus 24 anos de existência, então eu criei alguma esperança em 2014, já que ele começou tão bem.
então vou prometer pra mim mesma que, nesse novo ano, vou tomar mais cuidado com as escolhas que faço e deixo de fazer, vou seguir meus caminhos do começo ao fim, vou me esforçar mais em tudo que eu me dispuser a fazer e vou voltar a ser alguém a quem admiro. além disso, quero magoar menos pessoas e ser menos magoada, e quero acumular ainda mais karma positivo pros anos que virão, pra tudo dar certo pra mim e pra todas as vidas que eu toco.
de 2014, eu espero mais amor e mais realizações
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
mas a pior parte
é sempre quando você quer muito uma coisa, mas se sente incapaz de consegui-la.
pior ainda é quando essa sensação vem depois dos planos traçados. você pensa que consegue voar pra chegar em tal lugar e quando se toca "opa, não tenho duas asas". aí vai lá e pega seu caminho número 2 mantendo dentro de si aquele mimimimi sou fraca mimimimi.
mas ainda me resta a capacidade de fazer o caminho número 2 dar certo. pelo menos essa capacidade eu sei que tenho.
pior ainda é quando essa sensação vem depois dos planos traçados. você pensa que consegue voar pra chegar em tal lugar e quando se toca "opa, não tenho duas asas". aí vai lá e pega seu caminho número 2 mantendo dentro de si aquele mimimimi sou fraca mimimimi.
mas ainda me resta a capacidade de fazer o caminho número 2 dar certo. pelo menos essa capacidade eu sei que tenho.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
um novo parágrafo
pela primeira vez, eu entro de férias (sim, eu falo "entro de férias" e até hoje não sei se é certo ou não) com um grande peso nas costas e nenhum alívio no peito.
em suma: já perdi 6 anos da minha vida nessa história de estudar pra ser algo que amo na vida, decepcionei minha família e a mim mesma com as escolhas que fiz até hoje e acho que estou prestes a decepcioná-los de novo com a nova escolha que estou prestes a fazer. mas essa não me decepcionaria, porque eu já me decepcionei com todas as oportunidades que escolhi desperdiçar nesses anos de vida acadêmica, especialmente nesse último. joguei fora uma chance que, durante o inferno em que se tornou a medicina, eu só poderia ter sonhado em ter, e agora só posso escolher entre minha realização profissional (tardia, muito tardia) e minha independência. antigamente, quando minha mentalidade ainda era outra, eu não dava tanta importância pra essa ideia de independência, queria só ser feliz no que eu fizesse.
hoje, a possibilidade de ter um emprego que eu não odeie (de preferência, que não me deixe loucaé, é com você mesma, medicina, acho que esse é o principal requisito) e que me dê estabilidade financeira me parece uma ideia muito mais agradável, especialmente agora que não sou mais sozinha e tenho planos pro futuro. bom, ainda que eu ainda fosse sozinha, esse momento de fazer planos reais, tangíveis, pro futuro iria chegar, e a balança iria invariavelmente pesar pra esse lado.
agora só me resta planejar os dois caminhos com minúcia e seguir o que eu escolher, com segurança e determinação.
no fundo, eu sei que já fiz minha escolha, mas deixa eu fingir a dúvida por mais um tempo...
em suma: já perdi 6 anos da minha vida nessa história de estudar pra ser algo que amo na vida, decepcionei minha família e a mim mesma com as escolhas que fiz até hoje e acho que estou prestes a decepcioná-los de novo com a nova escolha que estou prestes a fazer. mas essa não me decepcionaria, porque eu já me decepcionei com todas as oportunidades que escolhi desperdiçar nesses anos de vida acadêmica, especialmente nesse último. joguei fora uma chance que, durante o inferno em que se tornou a medicina, eu só poderia ter sonhado em ter, e agora só posso escolher entre minha realização profissional (tardia, muito tardia) e minha independência. antigamente, quando minha mentalidade ainda era outra, eu não dava tanta importância pra essa ideia de independência, queria só ser feliz no que eu fizesse.
hoje, a possibilidade de ter um emprego que eu não odeie (de preferência, que não me deixe louca
agora só me resta planejar os dois caminhos com minúcia e seguir o que eu escolher, com segurança e determinação.
no fundo, eu sei que já fiz minha escolha, mas deixa eu fingir a dúvida por mais um tempo...
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