segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

not today, satan

o youtube anda me sugerindo vídeos de pessoas que saíram da Medicina, que dão dicas de por que não fazer Medicina, sendo que eu nunca assisti nada desse ~teor
deus me dibre, já errei o caminho uma vez (que me trouxe autoconhecimento e maturidade, mas não deixou de ser um atraso na minha vida), não caio mais nessa armadilha.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

venha, 2017

ano novo, vida nova e aqui estou eu, cheia de ambições e planos pra dar um pontapé inicial em uma nova fase da minha vida. ser menos amedrontada, mais proativa, mais saudável, levar as coisas até o fim... tudo aquilo de sempre.
se estou de fato encarando isso com mais maturidade (e, como consequência, tenho mais chances de fazer dar certo dessa vez) só o tempo dirá.
(sendo muito sincera, só hoje, que finalmente arranjei uma agenda 2017, sinto que o ano começou. é, sou dessas)

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

sobre pertencer

tem dias que eu entendo muito bem por que eu planejava viver sozinha. desde sempre.
eu não sei pertencer ao que me cerca.
me sinto uma estranha em casa, na faculdade, em grupos de amigos, em conversas. as interações me lembram do quanto eu me sinto diferente de todos, mas não do jeito positivo: me sinto inadequada. não sei lidar com as coisas com que vejo os outros lidando. sou fraca, frágil e, não bastasse sentir tudo com mais intensidade, tomo pra mim as dores dos outros. nunca aprendi a separar as coisas nem a ser mais forte e nem sei se consigo.
todo dia é um novo teste.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

daí que estou numa missão de evitar as bad vibes, já que elas não parecem fazer o menor esforço pra me evitar. nisso fico adiando filmes, eventos, livros, conversas etc.
quero assistir Abril Despedaçado? quero sim, mas olha o nome. tenho condições? ainda não consegui nem ir atrás da sinopse.
quero rever Downton Abbey? quero sim, muito mesmo, mas parei de assistir da primeira vez porque meu coração não estava aguentando tantos conflitos e sofrimentos e dessa vez não consegui nem terminar o primeiro episódio (exatamente porque lembrei de como tinha sido sofrido da outra vez que assisti e a aflição já se instalou em mim).
quero ter conversas saudáveis sobre política? super quero, mas vejabein esse contexto atual. vejabein que eu integro uma autêntica Família Tradicional Brasileira e não vou estar sabendo lidar com os discursos.
inclua-se nisso a vontade de me informar sobre/participar de movimentos sociais, discutir questões importantes de gênero, violência, etnias etc. um sonho distante.
vou me recolher à minha bolha da alienação, que aqui só tem good vibes (nem sempre, mas né. a gente tenta)

terça-feira, 24 de maio de 2016

tudo permanece




everything stays right where you left it
everything stays, but it still changes
ever so slighty, daily and nightly
in little ways
when everything stays

quinta-feira, 17 de março de 2016

terminados os 500 dias...

... (metafóricos) cá estou renovada e bem. verdadeiramente bem. pensar no passado já não dói mais, virou uma memória bonita e saudosa, apenas.
digo 500 dias metafóricos, sim, claro, por causa do filme 500 Dias com Ela. ouso dizer que assisti bem no último dia de tristeza, foi como fechar tudo com chave de ouro. o narrador diz logo no início: "this is not a love story, this is a story about love" e logo ali você já pode se preparar pra vibe toda da coisa. aquele filme é incrível, entra fácil nos meus filmes preferidos da vida. cada vez que o assisti, interpretei de um jeito diferente (ou seja, eu estava passando por fases diferentes, a visão era outra sempre).
dessa vez, como não poderia deixar de ser, me enxerguei completamente no Tom. mas dessa vez pude ver meu ex na Summer, e toda a história se encaixou com a nossa de uma forma tão precisa que tudo se esclareceu pra mim. foi um alívio poder entender como tudo se passou, como chegamos ao fim, e como é possível seguir em frente.
não vou entrar em detalhes, apenas deixo aqui a recomendação de um dos filmes mais reais e bem feitos, na minha humilde opinião, sobre o amor.

quarta-feira, 9 de março de 2016

enfim

mudei senhas, escondi (de mim mesma) fotos e guardei todas as lembranças possíveis numa caixa que não pretendo abrir tão cedo (acho que vou esconder também).
acho que agora vai.