eu nem sei direito como explicar, mas
cresce a cada segundo. e eu não sei como fazer parar.
nem se eu quero saber como.
sábado, 2 de novembro de 2013
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
grazadeus novembro chegou
com sua chuva e seu clima fresquinho e ventilado e molhado e que atrapalha o trânsito e qualquer vontade de usar chinelo por aí e mosquitos e aaarrrghhhh
hoje a prof. que geralmente não vai ministrar aulas não foi ministrar aula no 2o tempo, para a surpresa de: ninguém. daí que eu tinha saído de casa na maior pressa porque aparentemente eu desaprendi a acordar com despertador e ando acordando meia hora antes do horário da aula, o que me faz escolher roupas e materiais meio aleatórios devido à vontade de pegar uma vaga que não me façaaparecer nos corredores andar demais até chegar ao carro na saída. mas divago.
a professora faltou e eu não tinha material nenhum pra estudar nem vontade de ir pra biblioteca superlotada, então peguei o livro que tinha ficado no carro (Cidade dos Ossos, não me julguem) e fui pra perto da entrada da faculdade, onde tava batendo aquela brisa maravilhosa de prenúncio de chuva. vi que só tinham 2 pessoas lá, fiquei feliz pela semi-privacidade, me sentei, abri o livro. passados uns minutos, dois cabeludos chegam com seus respectivos violões e se sentam um pouco mais à frente (todos pensa: "aaaffff lá vem riff de smells like teen spirit e músicas de armandinho")
PORÉM
EIS
QUE
SURGE
UM PLOT TWIST:
os caras começam a tocar umas músicas meio (assistam minha dificuldade pra explicar qualquer coisa:) senhor dos anéis, meio cigano, meiseilaoquê, sabem? tipo dois bardos chegam e começam a dedilhar um paco de lucia, umas coisas meio complexas, mas calmas e lindas e <3333
e tinha uns momentos em que as músicas combinavam com as passagens do livro! que. cena. linda. boa leitura, bom clima, boa música, pouca gente, que mais eu preciso na vida? (cofcofmeumeninemeabraçandocofcof)
daí chega uma senhora e pergunta deles "que música é essa?" e o cara fala que é improviso. gente.
enfim, manhã boadimas demais.
hoje a prof. que geralmente não vai ministrar aulas não foi ministrar aula no 2o tempo, para a surpresa de: ninguém. daí que eu tinha saído de casa na maior pressa porque aparentemente eu desaprendi a acordar com despertador e ando acordando meia hora antes do horário da aula, o que me faz escolher roupas e materiais meio aleatórios devido à vontade de pegar uma vaga que não me faça
a professora faltou e eu não tinha material nenhum pra estudar nem vontade de ir pra biblioteca superlotada, então peguei o livro que tinha ficado no carro (Cidade dos Ossos, não me julguem) e fui pra perto da entrada da faculdade, onde tava batendo aquela brisa maravilhosa de prenúncio de chuva. vi que só tinham 2 pessoas lá, fiquei feliz pela semi-privacidade, me sentei, abri o livro. passados uns minutos, dois cabeludos chegam com seus respectivos violões e se sentam um pouco mais à frente (todos pensa: "aaaffff lá vem riff de smells like teen spirit e músicas de armandinho")
PORÉM
EIS
QUE
SURGE
UM PLOT TWIST:
os caras começam a tocar umas músicas meio (assistam minha dificuldade pra explicar qualquer coisa:) senhor dos anéis, meio cigano, meiseilaoquê, sabem? tipo dois bardos chegam e começam a dedilhar um paco de lucia, umas coisas meio complexas, mas calmas e lindas e <3333
e tinha uns momentos em que as músicas combinavam com as passagens do livro! que. cena. linda. boa leitura, bom clima, boa música, pouca gente, que mais eu preciso na vida? (cofcofmeumeninemeabraçandocofcof)
daí chega uma senhora e pergunta deles "que música é essa?" e o cara fala que é improviso. gente.
enfim, manhã boa
domingo, 6 de outubro de 2013
mais uma vez eu sou lembrada do quanto eu era uma pessoa horrível. não é coisa de 10 anos atrás, ou 5, é muito mais recente. porque, sabem, eu não sou apaixonadinha (eufemismo descarado) à toa. eu amo aquele homem com todas as forças que tenho, tenho uma devoção e uma admiração imensas por ele, por tantos motivos, mas principalmente porque ele me fez ser uma pessoa que preste. não é mentira, não é exagero.
como eu já disse em muitos posts de muitos blogs, minha memória não passa de um borrão quando se trata do passado, tanto do antigo quanto do recente, mas as sensações permanecem. e eu lembro bem de ter sido uma pessoa muito ruim. por coisas que dizia e que pensava, mas quase nunca que fazia, não que isso diminua minha culpa. e se arrependimento matasse, eu certamente não estaria viva há muitos anos, mas se tivesse conseguido sobreviver, em 2013 eu teria tido um ataque fulminante de arrependimento e teria virado pó. me arrependo sempre que me lembro do quanto o maltratei, do quanto eu pensei mal dele (porque, sabem, não confiar em ninguém realmente significa não. confiar. em. ninguém. não importa se a pessoa tá declarando amor eterno pra você ou se tá mostrando que se importa, que quer teu bem, nãaaao. essa pessoa vai ser sempre uma ameaça em potencial, é uma questão de tempo até isso acontecer... e nem preciso dizer que quase nunca acontece, né? como no caso dele não aconteceu, e digo mais, aconteceu exatamente o contrário)
e sabem como eu lido com isso? eu não lido. fujo de confrontos como diabo foge da cruz, mas quando se trata do meu passado e da minha personalidade, eu fujo descontroladamente, sem olhar pra trás. então tudo que eu fiz de mal pra ele, eu deixei pra trás. sempre tive essa esperança de que, se eu deixasse pra trás por tempo suficiente, iria sumir e então seria realmente como se nunca tivesse acontecido. mas a vida não é assim, e eu sei que todo mundo sabe disso, mas eu só aprendo na porrada. aí algo volta à tona e quem se machuca mais é ele. logo ele, o amor da minha vida, que eu não queria deixar que nada machucasse. quem mais machuca o meu amor sou eu mesma, que irônico. mas eu aprendi com meus erros, eu vi a gravidade das minhas ações, eu reconheço o quanto fui uma pessoa detestável (novamente, não é exagero), mas o que eu não consegui fazer foi desfazer tudo isso. porque é impossível, eu sei.
nem pedir desculpas pelo que fiz eu peço, porque não mereço. também sei como essa explicação parece uma auto-vitimização, e também não quero fazê-la por esse exato motivo. sinto tanta vergonha de quem fui e tanto arrependimento por tudo que fiz que não sei o que dizer, não sei como dizer, não sei como lidar. por que eu nunca consigo protegê-lo? por que eu sempre tenho algo no passado pra machucá-lo um pouco mais? por que eu não consigo explicar isso pra ele?
eu o amo mais do que qualquer outra pessoa, mais do que qualquer coisa, e não sei se minha credibilidade ainda pode existir quando se conhece a pessoa horrível que eu era. eu queria poder chamá-lo pra cá, pra ler isso tudo, mas morro de vergonha. se eu não fosse tão fraca eu poderia deixá-lo ir, procurar alguém melhor, sem tanta coisa ruim pra ser remexida no passado, que só fizesse bem pra ele, mas eu não consigo. eu não consigo pedir desculpas, não consigo desfazer nada e não consigo deixá-lo livre. acho que meu amor faz mal. por que eu machuco quem eu mais amo? será que um dia ele vai perdoar quem eu fui? será que ele vai conseguir deixar meu passado pra trás?
eu não aguento mais magoá-lo. eu não suporto isso. eu não suporto mais meus erros.
como eu já disse em muitos posts de muitos blogs, minha memória não passa de um borrão quando se trata do passado, tanto do antigo quanto do recente, mas as sensações permanecem. e eu lembro bem de ter sido uma pessoa muito ruim. por coisas que dizia e que pensava, mas quase nunca que fazia, não que isso diminua minha culpa. e se arrependimento matasse, eu certamente não estaria viva há muitos anos, mas se tivesse conseguido sobreviver, em 2013 eu teria tido um ataque fulminante de arrependimento e teria virado pó. me arrependo sempre que me lembro do quanto o maltratei, do quanto eu pensei mal dele (porque, sabem, não confiar em ninguém realmente significa não. confiar. em. ninguém. não importa se a pessoa tá declarando amor eterno pra você ou se tá mostrando que se importa, que quer teu bem, nãaaao. essa pessoa vai ser sempre uma ameaça em potencial, é uma questão de tempo até isso acontecer... e nem preciso dizer que quase nunca acontece, né? como no caso dele não aconteceu, e digo mais, aconteceu exatamente o contrário)
e sabem como eu lido com isso? eu não lido. fujo de confrontos como diabo foge da cruz, mas quando se trata do meu passado e da minha personalidade, eu fujo descontroladamente, sem olhar pra trás. então tudo que eu fiz de mal pra ele, eu deixei pra trás. sempre tive essa esperança de que, se eu deixasse pra trás por tempo suficiente, iria sumir e então seria realmente como se nunca tivesse acontecido. mas a vida não é assim, e eu sei que todo mundo sabe disso, mas eu só aprendo na porrada. aí algo volta à tona e quem se machuca mais é ele. logo ele, o amor da minha vida, que eu não queria deixar que nada machucasse. quem mais machuca o meu amor sou eu mesma, que irônico. mas eu aprendi com meus erros, eu vi a gravidade das minhas ações, eu reconheço o quanto fui uma pessoa detestável (novamente, não é exagero), mas o que eu não consegui fazer foi desfazer tudo isso. porque é impossível, eu sei.
nem pedir desculpas pelo que fiz eu peço, porque não mereço. também sei como essa explicação parece uma auto-vitimização, e também não quero fazê-la por esse exato motivo. sinto tanta vergonha de quem fui e tanto arrependimento por tudo que fiz que não sei o que dizer, não sei como dizer, não sei como lidar. por que eu nunca consigo protegê-lo? por que eu sempre tenho algo no passado pra machucá-lo um pouco mais? por que eu não consigo explicar isso pra ele?
eu o amo mais do que qualquer outra pessoa, mais do que qualquer coisa, e não sei se minha credibilidade ainda pode existir quando se conhece a pessoa horrível que eu era. eu queria poder chamá-lo pra cá, pra ler isso tudo, mas morro de vergonha. se eu não fosse tão fraca eu poderia deixá-lo ir, procurar alguém melhor, sem tanta coisa ruim pra ser remexida no passado, que só fizesse bem pra ele, mas eu não consigo. eu não consigo pedir desculpas, não consigo desfazer nada e não consigo deixá-lo livre. acho que meu amor faz mal. por que eu machuco quem eu mais amo? será que um dia ele vai perdoar quem eu fui? será que ele vai conseguir deixar meu passado pra trás?
eu não aguento mais magoá-lo. eu não suporto isso. eu não suporto mais meus erros.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
falar mais alto não é o mesmo que ter razão
minha irmã pode ter as chatices e preconceitos que forem, mas ainda assim tem seus problemas e eu a entendo melhor do que ninguém, tenho certeza disso. exatamente por ter uma visão mais objetiva sobre ela eu sei dizer se ela está se esforçando pra mudar algo de errado ou se está só se vitimizando (prática comum aqui na família, não vou negar).
nossos pais não enxergam isso. ok, talvez ninguém mais enxergue, mas eu enxergo. eu sei o padrão de comportamento dela e sei com que discurso ela pode ser conscientizada sobre como e quando mudar. é um processo lento, ninguém muda da noite pro dia e muitas mudanças requerem mais de um ano pra surgirem, isso é natural do ser humano. mas né, muito mais fácil reclamar que ela não está tentando.
porque aqui em casa existe essa característica que, na verdade, é um problema: meus pais têm para si que somos uma família comunicativa e que isso é muito saudável. não é bem assim que a banda toca. comunicação é bom, mas discutir no mínimo uma vez por semana sobre o mesmo assunto sem esperar pelos resultados e pelas mudanças... bem, aí é só estupidez mesmo. para eles, isso de conversar, terminar magoados mas agradecendo por podermos ter falado abertamente sobre os problemas etc etc é uma coisa muito boa, quando na verdade só faz impedir que feridas cicatrizem e obstáculos sejam finalmente superados. experimentem reclamar sobre um problema intrinsecamente relacionado à insegurança de uma pessoa, dando dicas de como melhorar e dizendo que não vão fazer cobranças, só esperam que dê tudo certo; daí esperem uma semana (no máximo) para reclamar de que nada foi feito, nenhum resultado está surgindo, a pessoa está fazendo corpo mole, não está tentando de verdade, nunca vai mudar (repita essa frase incansavelmente), sempre vai viver do mesmo jeito errado; esperem os resultados.
o único resultado é uma pessoa mais insegura de si a cada nova discussão, gradualmente mais incapaz de lidar com os próprios problemas. é esse o método super eficazsó que jamais foi e jamais será que é utilizado aqui em casa. e ai de quem reclamar. reclamações serão tolhidas ou com berros (responder com a voz na mesma altura também está fora de cogitação) ou com frases de pseudo-psicologia. nós, jovens filhas, jamais temos razão, e "no futuro, vamos ver que tudo que está sendo dito é verdade". aham. sei bem. já cheguei aos 23 e continuo discordando de boa parte do que foi dito. mas eu também sei o resultado de discordar em voz alta: um drama sobre como nós mudamos, crescemos e viramos "pessoas completamente diferentes, não se sabe de que companhias vieram essas novas ideias absurdas". porque ter opiniões próprias, pelo visto, é algo que somos incapazes de fazer. e ai de quem chorar. chorar é se fazer de vítima. falar da mera possibilidade de estar em depressão, então... depressão é um mito aqui em casa (o que chega a ser quase cômico, visto que todos os quatro já tiveram em algum momento da vida).
digo isso muito mais por observação do que por vivência, já que o alvo principal das críticas sempre foi minha irmã. posso afirmar que já não resta nela quase nenhuma auto-confiança, tanto por uma tendência própria à auto-depreciação quanto por essa rotina passivo-agressiva dos últimos anos.
não que eu esteja vilanizando nossos pais, não é isso também. eu os amo, eles nos amam também e tentaram nos criar da forma que lhes pareceu mais correta, e em quase todos os aspectos foram bem-sucedidos. mas no aspecto da liberdade de expressão eles falham desde o primeiro momento em que nós duas começamos a expressar nossas opiniões (o que não foi nada precoce, só começou a acontecer por volta dos meus 16 anos e 18 dela). e argumentar sobre isso, apontar as falhas deles, é impossível, não existe espaço pra retórica aqui.
torço pra minha irmã conseguir ajeitar a própria vida e sair dessa casa. enquanto isso faço o possível pra virar uma pessoa autossuficiente e fazer o mesmo. família dona da verdade só nos finais de semana, pelo bem maior.
(sim, escrevi enquanto ouvia o berreiro no quarto ao ladoe me julgo por não ter mais forças ou disposição pra interferir)
nossos pais não enxergam isso. ok, talvez ninguém mais enxergue, mas eu enxergo. eu sei o padrão de comportamento dela e sei com que discurso ela pode ser conscientizada sobre como e quando mudar. é um processo lento, ninguém muda da noite pro dia e muitas mudanças requerem mais de um ano pra surgirem, isso é natural do ser humano. mas né, muito mais fácil reclamar que ela não está tentando.
porque aqui em casa existe essa característica que, na verdade, é um problema: meus pais têm para si que somos uma família comunicativa e que isso é muito saudável. não é bem assim que a banda toca. comunicação é bom, mas discutir no mínimo uma vez por semana sobre o mesmo assunto sem esperar pelos resultados e pelas mudanças... bem, aí é só estupidez mesmo. para eles, isso de conversar, terminar magoados mas agradecendo por podermos ter falado abertamente sobre os problemas etc etc é uma coisa muito boa, quando na verdade só faz impedir que feridas cicatrizem e obstáculos sejam finalmente superados. experimentem reclamar sobre um problema intrinsecamente relacionado à insegurança de uma pessoa, dando dicas de como melhorar e dizendo que não vão fazer cobranças, só esperam que dê tudo certo; daí esperem uma semana (no máximo) para reclamar de que nada foi feito, nenhum resultado está surgindo, a pessoa está fazendo corpo mole, não está tentando de verdade, nunca vai mudar (repita essa frase incansavelmente), sempre vai viver do mesmo jeito errado; esperem os resultados.
o único resultado é uma pessoa mais insegura de si a cada nova discussão, gradualmente mais incapaz de lidar com os próprios problemas. é esse o método super eficaz
digo isso muito mais por observação do que por vivência, já que o alvo principal das críticas sempre foi minha irmã. posso afirmar que já não resta nela quase nenhuma auto-confiança, tanto por uma tendência própria à auto-depreciação quanto por essa rotina passivo-agressiva dos últimos anos.
não que eu esteja vilanizando nossos pais, não é isso também. eu os amo, eles nos amam também e tentaram nos criar da forma que lhes pareceu mais correta, e em quase todos os aspectos foram bem-sucedidos. mas no aspecto da liberdade de expressão eles falham desde o primeiro momento em que nós duas começamos a expressar nossas opiniões (o que não foi nada precoce, só começou a acontecer por volta dos meus 16 anos e 18 dela). e argumentar sobre isso, apontar as falhas deles, é impossível, não existe espaço pra retórica aqui.
torço pra minha irmã conseguir ajeitar a própria vida e sair dessa casa. enquanto isso faço o possível pra virar uma pessoa autossuficiente e fazer o mesmo. família dona da verdade só nos finais de semana, pelo bem maior.
(sim, escrevi enquanto ouvia o berreiro no quarto ao lado
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
voltamos à programação normal? (R: não)
porque tô naquela fase deliciosa de desânimo pra existir.
na verdade, é pior que isso. pensando bem, é algo novo.
todos os dias têm momentos de êxtase intercalados com momentos de puro desgosto.
sabe quando o dia estanca, você quer que ele termine logo pra parar de pensar em todas as coisas ruins (que simplesmente não saem da sua cabeça) e ele continua lá, com as horas se arrastando? pois é.
agora é pior, é um misto de vontade que o dia não tenha existido com gratidão pelos momentos bons.não sei, não sei... não faço mais sentido, voltei ao que eu era. ultimamente tenho chorado muitas vezes por dia e nem sempre foi de felicidade. e agora tenho a mais pura certeza de que é tpm.
mas, mesmo assim, já aceitei que vou ser eternamente assombrada por esse sentimento de que nunca vou bastar em aspecto nenhum pra ninguém, muito menos pra mim mesma.
na verdade, é pior que isso. pensando bem, é algo novo.
todos os dias têm momentos de êxtase intercalados com momentos de puro desgosto.
sabe quando o dia estanca, você quer que ele termine logo pra parar de pensar em todas as coisas ruins (que simplesmente não saem da sua cabeça) e ele continua lá, com as horas se arrastando? pois é.
agora é pior, é um misto de vontade que o dia não tenha existido com gratidão pelos momentos bons.
mas, mesmo assim, já aceitei que vou ser eternamente assombrada por esse sentimento de que nunca vou bastar em aspecto nenhum pra ninguém, muito menos pra mim mesma.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
~~
quando uma pessoa te faz tão bem, só por estar com você, que você chega a se sentir mais viva, mais saudável...
bem, o que você faz?
eu obviamente fico sorrindo feito boba, além daquela outra reação que eu já cansei de comentar aqui...mas é que eu só sei ser feliz a ponto de chorar, desculpa.
bem, o que você faz?
eu obviamente fico sorrindo feito boba, além daquela outra reação que eu já cansei de comentar aqui...
Assinar:
Postagens (Atom)